sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Bicho, quando eu encontro coisas como o que segue entre as coisas que já escrevi, me sinto mais que triste.

O encontro intelectual de Michael Wailace-Hadrill e Max Gluckman quando ambos passaram a ocupar cátedras da Universidade de Manchester é frequentemente considerado a origem do desenvolvimento moderno da historiografia inglesa de Alta Idade Média. A publicação de The Bloodfeud of the Franks em 1959, com sua referência ao primeiro capítulo de Custom and Conflict in Africa de Gluckman, ‘The Peace in the Feud’, é o marco que precede um momento significativo na aplicação de uma antropologia funcionalista para o entendimento da sociedade da Alta Idade Média. É verdade que Wailace-Hadrill aprendeu algo com Gluckman, mas houveram outras e anteriores influências, as quais historiadores modernos tendem a esquecer. Realmente, o drástico aumento de publicações sobre Alta Idade Média conduziu à revalorização trabalhos acadêmicos anteriores a 1945, quase condenados ao esquecimento coletivo.


Que interessa, bicho, isto a alguém? Por isso, amiguinhos, minha volta ao departamento de História da Universidade de São Paulo não pode nem deve ser considerada data festiva. Só tenho a lamentar. Eu não procuro entender o que está escrito acima. Acho o sinal dos tempos que um dia eu tenha apreendido algo sobre o Wailace-blá-blá. Sabe qual é? Não foram os homens grandes de espírito que falaram essas coisas. Foram aqueles de cérebro hipertrofiado que não puderam reconhecer sua doença. Só não consigo ter pena porque eles me escravizaram e me confundiram com uma deles durante anos. Tenho é bronca raiva desgosto e nojinho. Ihugh


1 comentários:

  1. ei bicho grilo bricho giló
    vortaste uow
    eu gostaria de ter convicção

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chora mas não se demora
mora que ninguém dá bola