terça-feira, 12 de janeiro de 2010

panela do diabo






Considerações gerais a respeito do jogo realizado na madrugada passada:

As três primeiras situações sugerem o tom da história, a saber, uma espécie de degradê impaciente SOL - CHUVA - NOITE. Ou mais: ESPAÇO PRIVADO - ESPAÇO PÚBLICO - ESPAÇO PÚBLICO TRATADO COMO PRIVADO ou ESPAÇO DO ESTADO (FASCISTA, só sendo)

Apresentada a primeira moça, exultante em sua disposição e beleza solar. Uaaáá... Sua satisfação porém convive e depende de sua retenção anal bem sabida.

Transtornado e só. o primeiro rapaz segue sua penosa caminhada importunado pela chuva cruel. Xuaaá

Então conhecemos o terceiro rapaz, que, do alto de seu paletó, é impedido de penetrar um ambiente que teoricamente é destinado a visitação pública.

Este ambiente é uma Galeria de Arte.

Acontece que durante o dia, aquele mesmo dia enSOLarado, ou outro que comoventemente se parece com o tal um, as pessoas se reúnem nos fundos desse mesmo prédio e apregoam bordões libertários passando um baseado servidão.

À noite, vejam só, enquanto desconhecidos extravagantes sufocam os canteiros do jardim frontal com bitucas acesas, o recanto abençoado de comunhão e chapação é isolado à chave, por causa do cachorro que de dia é um queridinho, cheirando o sexo das pessoas ou não.

O cachorro, aquela fera atacando o portão.

Depois temos um pouco de paisagem urbana, misticismo e mundo cão.

Deite e aguarde o próximo capítulo.

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chora mas não se demora
mora que ninguém dá bola